“Sei lá se daqui a 5 minutos vou estar vivo…” dizemos tantas vezes como se acreditássemos piamente na brevidade da vida, mas E se algo inesperado acontecesse hoje?
Mas a realidade é outra. Bem lá no fundo vivemos com a crença de que iremos viver pelo menos até aos 80 e, a partir daí, o que vier é “lucro”. É por isso que, muitas vezes, quando nos deparamos com a tragédia que nasce do imprevisível, ficamos em choque, solidários, mas com a plena certeza de que existe um abismo entre o que nos acontece a “nós” e o que acontece aos outros.
O IMPREVISÍVEL
A possibilidade de a vida acabar num segundo, de tão assustador que é, acaba por ser remetido para o domínio da impossibilidade, quando deveria estar no da inevitabilidade. A dormir, a passear, às compras, a tratar dos seus afazeres, a ir para o trabalho ou a regressar do mesmo para casa… o imprevisível está sempre à espreita, pronto a ceifar ou a poupar vidas sem aviso prévio e de forma indiscriminada. Será?
ALERTAS DA VIDA?
O que nos revelam as situações inesperadas? Para os céticos, resumem-se apenas a acasos fortuitos ou aos efeitos da ação contínua da humanidade sobre o planeta. É certo que muitos dos acontecimentos trágicos podem ser explicados à luz da ciência, mas, por outro lado é impossível não observar com um olhar espiritual, aliado a uma crescente importância de não ignorar os alertas da vida. Jesus Cristo alertou que o final dos tempos seria marcado por sinais visíveis, como desastres, fomes, epidemias…, mas, para muitos, esse fim virá antes. Será que você está preparado?
NÚMEROS TRÁGICOS:
-Mais de 65 dias após os TERRAMOTOS NA VENEZUELA, pelo menos 6.125 pessoas morreram, não existindo ainda um número oficial
– O balanço geral das CHEIAS NO NEPAL subiu para 1.114 mortos e 3.916 desaparecidos
– 16 mortos e 22 feridos, sobretudo turistas, foi o balaço do ACIDENTE DO ELEVADOR DA GLÓRIA há, precisamente, 1 ano atrás
Fonte: Folha de Portugal
